Não foi ainda ao Benfica, mas foi quase o mesmo: fomos ver a segunda parte de um espectacular Castrense-Lusitano de Évora, no magnífico campo relvado de Castro Verde e depois de um passeio/piquenique na Fonte dos Milagres. O jogo terminou empatado a 1 e dona Bebé e seu papá gostaram muito. Eu preferi ficar a olhar para eles, tão lindos e maravilhosos, e a tentar perceber se estava ou não a sentir o bebé na barriga, algo que, naturalmente, se revelou impossível no meio da barulheira do campo de futebol.
Os fins-de-semana no Alentejo são uma benção de paz e sossego, mas este teve pouco de descanso. É que a minha filha resolveu ficar colada a mim cada minuto do dia e não houve maneira de a convencer a ir dar uma volta com a avó enquanto eu ficava refastelada no sofá. Desde que comecei a deixá-la na escola está sempre desconfiada que nós vamos embora sem ela e transformou-se numa verdadeira lapa. Se isto não lhe passa rapidamente, estou metida numa bela duma confusão...
Ah, não estás nada... vais ver que até vais gostar...
ResponderEliminarIsso deve estar de facto relacionado com a escola, mas não menosprezes a ultra-sensibilidade de um filho no tocante à gravidez da sua mãe... pelo menos com a Alice foi assim. Ela começou a andar muito agarrada a mim (e sempre a mim) muito antes de lhe dizermos que ia ter um@ man@. Não tenho qualquer dúvida que ela intuiu ou sentiu que iria ter que dividir a sua mamã. E isso até é normal porque, como diz o Brazelton (também temos as mesmas leituras!!!), as mulheres grávidas começam instintivamente a desligar-se dos seus primeiros filhos, até para os prepararem para o futuro...
Muitos beijinhos para todos... Os teus relatos do teu Alentejo fazem-me sempre vontade de ir convosco na mala...
Rita
se calhar tens razão... nunca a tinha visto assim, tão mimada e exigente.
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