Entre muitas birras e no auge desta primeira adolescência, como me explica a educadora dele, a Tina, tenho também um filho que é um doce. Que me chama "minha mamã linda" a toda a hora (mesmo quando se vem queixar da mana), que me faz festas no cabelo enquanto conversamos, que me dá os melhores abraços do mundo e arredores quando o deixo na escola e que nunca se esquece de ir à varanda da sala azul para me gritar "adeus" e mandar beijinhos. À noite, quando o ponho na cama, chama-me ainda uma última vez e anuncia que quer miminhos.
E os mimos não são só para mim. A Inna é outra das sortudas e a Madalena, que não é tão dada a essas coisas, não pode ir para a escola sem lhe dar um beijinho, que ele fica a reclamar. O pai, além dos mimos, tem direito a grandes lutas de força, coisas de gajos, que partilham entre eles.
Pedrinho tem três anos e nove meses e é (ainda) o nosso bebé maravilha.