sábado, 22 de maio de 2010

sobrar de enfeitada

Estava eu a pôr o meu pézinho no Metro, enfarpelada na roupinha nova que pouco a pouco já me vai servindo, quando toca o telemóvel. Recuei, previdente, e ainda bem, porque daí a poucos segundos já estava disparada por aí a cima, pronta a ultrapassar todas as marcas e a subir a colina a duzentos à hora, mais coisa menos coisa. Tudo porque dona Madalena decidiu ficar com febre cinco minutos depois de eu sair, o mano estava num berreiro descomunal e a avó-baby-sitter achou melhor avisar-me, antes que o caldo entornasse de vez. Com o barulhinho de fundo que se ouvia pelo telefone, nem foram precisas muitas palavras para me fazer voltar para casa rapidamente.
E pronto, foi assim que acabou, ainda antes de ter começado, a minha noite de copos sem copos, de jantar no Chiado e conversa com os coleguinhas de turma, de quem ando cheia de saudades.
Um pormenor engraçado é que nessa noite não houve mais febre, nem no dia seguinte, nem nos outros a seguir. Ainda bem...

1 comentário:

Oficinas RANHA disse...

Às vezes (e tantas vezes), a febre é uma reacção, por exemplo, ao calor... Já para não falar de poder ser a outras coisas...
Rita