domingo, 20 de setembro de 2009

Madalena foi à bola

Não foi ainda ao Benfica, mas foi quase o mesmo: fomos ver a segunda parte de um espectacular Castrense-Lusitano de Évora, no magnífico campo relvado de Castro Verde e depois de um passeio/piquenique na Fonte dos Milagres. O jogo terminou empatado a 1 e dona Bebé e seu papá gostaram muito. Eu preferi ficar a olhar para eles, tão lindos e maravilhosos, e a tentar perceber se estava ou não a sentir o bebé na barriga, algo que, naturalmente, se revelou impossível no meio da barulheira do campo de futebol.
Os fins-de-semana no Alentejo são uma benção de paz e sossego, mas este teve pouco de descanso. É que a minha filha resolveu ficar colada a mim cada minuto do dia e não houve maneira de a convencer a ir dar uma volta com a avó enquanto eu ficava refastelada no sofá. Desde que comecei a deixá-la na escola está sempre desconfiada que nós vamos embora sem ela e transformou-se numa verdadeira lapa. Se isto não lhe passa rapidamente, estou metida numa bela duma confusão...

2 comentários:

Oficinas RANHA disse...

Ah, não estás nada... vais ver que até vais gostar...
Isso deve estar de facto relacionado com a escola, mas não menosprezes a ultra-sensibilidade de um filho no tocante à gravidez da sua mãe... pelo menos com a Alice foi assim. Ela começou a andar muito agarrada a mim (e sempre a mim) muito antes de lhe dizermos que ia ter um@ man@. Não tenho qualquer dúvida que ela intuiu ou sentiu que iria ter que dividir a sua mamã. E isso até é normal porque, como diz o Brazelton (também temos as mesmas leituras!!!), as mulheres grávidas começam instintivamente a desligar-se dos seus primeiros filhos, até para os prepararem para o futuro...

Muitos beijinhos para todos... Os teus relatos do teu Alentejo fazem-me sempre vontade de ir convosco na mala...
Rita

mena disse...

se calhar tens razão... nunca a tinha visto assim, tão mimada e exigente.